quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Crônica: Essa saudade que nem deveria ter começado

Nunca imaginei que eu ficaria imensamente feliz, quando os portões da escola se abrisem, senti meu coração saltitar de felicidade, pois eu iria ver-te. Mas a hora foi passando e passando e você não chegava agora a ânsia se apossava do meu interior, pois a cada segundo meus olhos queriam ver aquele olhar que só você tem. Em todos os detalhes eu te procurava mas não era o suficiente então eu comecei a entrar em desespero quando ouvi o sinal da primeira aula. Mas ainda tinha a esperança de você chegar na segunda aula, porém não havia nenhum sinal teu e nem do seu amigo André que por pura coincidência também faltou, e não era só eu que estava na aflição de uma saudade que não tinha motivo para ter começado minha ”irmã gemêa” Cloy também queria ver seu amigo. Quem poderá explicar as coisas loucas de um coração apaixonado. Essas imagens relatam o que está prestes acontecer, pois eu não aguento mais esconder o sentimento tão lindo que eu levo comigo em meu peito. Eu Preciso te dar um abraço para que nossos corpos unidos e entrelaçados por nossos braços passe o calor do meu amor que aquece esse meu coração loucamente apaixonado. Preciso do seu abraço, mesmo que esse abraço seja em uma noite fria em plena rua deserta, pois sei que com você estarei segura e não terei motivos para temer o relento. Preciso te dar um beijo nem que seja um único beijo para provar desse doce que me atrai para você como uma abelha que se atrai pelo nectar das flores ou como um imã que não quer ficar distante nem ao menos um milésimo de segundo. O que nos falta é coragem, se eu te conhecesse seria tão mais facíl, a todo o momento do dia e da noite eu fico me perguntando o porque da gente não se conhecer e porque os meios para a gente realizar esse sonho são complicados, porém não é nenhum bicho de sete cabeças. Mas amanhã tudo se resolverá nada que a luz do amanhecer para iluminar nosso caminho e unir nosso destino.

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